Galãs Feios

Categoria: #quiopiniãodaporra (page 1 of 2)

A cultura do macho alfa tem que acabar

Desde que virou moda ser metido a viking apenas porque a pessoa usou minoxidil para criar pelos faciais, toda uma cultura de macho alfa surgiu nas redes sociais.

Com uma mistura de auto ajuda e neoliberalismo regressivo (onde a pessoa apoia a modernidade na economia, mas é fiscal de cu alheio), homens que não sabem nem trocar um chuveiro sem parar na UTI da Santa Casa começaram a se achar o guerreiro nórdico nascido em Osaco.

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100% de aproveitamento zero: Fiuk consegue ir mal como ator e cantor

 

Já não é novidade o fato de que Fiuk é um famoso com 100% de aproveitamento zero: consegue ser ruim como ator e também como cantor.

Diferente do pai dele, que é um canastrão dos mais bem sucedidos, Fiuk é inexpressivo e manda mal desde a época da banda Hori (para quem não lembra, era uma versão menos talentosa do Restart – acredite, isso foi possível).

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Aprenda que seu textão burro e mal diagramado não serve pra nada

Em uma de suas últimas entrevistas pouco antes de morrer em 2016, o escritor italiano Humberto Eco, aos 84 anos, alertou que “as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”. Não poderia estar mais correto.

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Se o cara fica bem em colete de couro, calvo ou de bigode, é porque é bonito mesmo

Por Helder Maldonado

Beleza é subjetiva. Eu sei. Vai do olhar e do gosto de cada um. Mas assim como os clássicos da música e do cinema, existem certas coisas que são unanimidades porque boas de verdade. Tipo O Poderoso Chefão. E todos os discos do David Bowie. E Marília Mendonça. E As Branquelas (é bom demais, sério).

Mas algumas pessoas provam que não só são verdadeiramente bonitas, como ainda testam os limites do bom gosto para provar o seu ponto.

É o caso, por exemplo, do cantor Bon Jovi. Nem o hétero mais viril e com excesso de testosterona vai negar que o cantor de New Jersey é de fato bonitão.

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É treta! Não mexa com os fãs do Axl Rose. Confira os comentários que recebemos

Fanáticos são normalmente seres insuportáveis. Diante de um argumento que não os satisfaça, se armam dos adjetivos mais comuns a esse tipo de ser: intransigentes, intolerantes, autoritários, cabeças-dura. Isso porque não conseguem enxergar graça na vida e nunca estão abertos à discussão. Tratam seus ídolos como mártires, santos.

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Três homões da porra na noite de Aerosmith e Def Leppard. E um deles, sem um dos braços

Foram necessários 32 anos para que Rick Allen pudesse debutar em um Rock in Rio. Em 1985, às vésperas da primeira edição do festival, o baterista do Def Leppard sofreu um acidente de carro e teve de amputar o braço. A banda foi substituída pelo Whitesnake. Para 100% de nós mortais, seria o fim de sua carreira. Mas Allen, com o apoio dos companheiros de banda e do produtor Robert “Mutt” Lange (AC/DC), decidiu que não desistiria do seu sonho.

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Não acredite no que você vê na TV. Os dentes de Jon Bon Jovi brilharam muito em São Paulo

Esqueça o que você viu na TV. Esqueça o show do Bon Jovi que você assistiu no Rock in Rio na sexta-feira (22). O que mais de 40 mil pessoas testemunharam ontem no Allianz Parque foi uma apresentação de rock com entrega e sorrisos abertos da banda comandada pelo melhor dentição do showbiz, Jon Bon Jovi.

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A frase “na minha época (tal coisa) é que era boa” é abominável. Mas eu continuo falando

Tenho assistido ao Rock in Rio do sofá de casa. Não, não sou daqueles críticos pau no cu do Facebook que a cada desafinada ou movimento errado de um artista querem lacrar com seus textículos na rede social – mesmo ao assistir ao Cidade Negra eu fiquei quieto.

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Se o rock está morrendo, você ainda tem uma chance de ver ele vivo no SP Trip Festival

O rock já morreu uma caralhada de vezes. E nos últimos meses, com o suicídio de dois ícones como Chris Cornell (Soundgarden, Audioslave) e Chester Bennington (Linkin Park), ficou ainda mais na nossa cara que resta pouco das bandas que moldaram nosso caráter em algum momento da vida. Não só a geração das décadas de 60, 70 e 80 – Rolling Stones, Aerosmith, Metallica – está dando seus últimos sopros de sobrevivência em cima dos palcos, como os derradeiros artistas que tiveram relevância no gênero também estão criando um abismo quase intransponível.

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Nunca nos separamos tanto… e a culpa é também do cinema e das redes sociais

Fomos bombardeados desde a tenra infância com finais felizes. Em filmes, na TV, nas histórias para dormir. Não bastasse todo esse embuste vindo de Hollywood e cia. em formato de comédias românticas cheia de emojis sorridentes, hoje ainda contamos com o Instagram, que cumpre o papel de transformar qualquer vida pica mole numa orgia regada a Viagra e Cialis.

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